Acordei num terreno baldio, atrás do campo de futebol poeirento, sob os olhares espantados dos peladeiros e de crianças que brincavam.
Eu seria apenas mais um cadáver abandonado, mas daquela vez especial: um ressuscitado. Um dos jogadores se aproximou.
“O João vai ter que sair. Você quer pegar no gol?”
Apesar de debilitado, aceitei. Adoro jogar futebol.